
A política tocantinense é um verdadeiro teatro de comédia ou seria um circo de horrores? No picadeiro de hoje, assistimos a mais um capítulo da saga do abraço de afogados entre Carlos Gaguim e seu eterno “afilhado” predileto, Lucas Campelo.
Lembra de como tudo começou na pré-campanha? Gaguim estufava o peito, prometendo pegar o pupilo pelas mãos, guiá-lo por todos os cantos do Estado e transferir todo o seu prestígio político. Era uma lindeza só. Mas bastou a temperatura subir um pouquinho para Gaguim largar a mão do afilhado no meio da rua, fingindo que nem conhecia.
Agora, com o início da campanha batendo à porta, a realidade bateu mais forte: os votos rarearam e o desespero bateu ponto. O que o bom padrinho faz? Volta correndo, agarra a mão de Lucas Campelo de novo e tenta empurrá-lo para a disputa de deputado federal. É o famoso amor condicionado ao boletim de urna!
O Currículo de Fracassos: Gaguim e o Legado que Ficou Devendo
Não podemos esquecer que, quando sentou na cadeira de governador, Carlos Gaguim passou longe de ser o gestor que o povo esperava. O Estado ficou à deriva, a gestão foi marcada por promessas vazias e uma incapacidade crônica de administrar de forma adequada. O desastre foi tamanho que, mesmo com a máquina pública nas mãos, Gaguim foi humilhado nas urnas em sua tentativa de reeleição, sendo derrotado por Siqueira Campos. Quem não conseguiu governar o Tocantins, agora quer ditar o rumo da campanha de terceiros. É o sujo falando do mal lavado.
Lucas Campelo: O “Bom Pagador” que Ninguém Quer por Perto
E o afilhado? Ah, esse é uma peça à parte. Fontes internas revelam que, aqui na cidade, a fama de Lucas Campelo não é das melhores. Longe de ser visto como um “bom pagador”, o candidato carrega um histórico de ter se desenvolvido à base de dívidas altíssimas com sócios, colecionando inimizades por onde passa. Com esse currículo, resta saber se a população vai embarcar nessa barca furada ou se vai cobrar a fatura desse “empreendedor” político nas urnas.
O Grande Maestro do Caos: Max Fleury e o Curto-Circuito em Araguaína
Para coroar essa obra-prima da desorganização, quem comanda a estratégia de Lucas Campelo em Araguaína? Ninguém menos que Maxcilane Fleury (Max Fleury). Para quem tem memória curta, vale lembrar que a passagem de Max Fleury pelo comando do PreviPalmas deixou um rastro memorável de investigações, pressões do Tribunal de Contas (TCE) e relatórios de CPI apontando aplicações financeiras de alto risco que custaram caro ao erário municipal.
Agora, o homem que coleciona turbulências no currículo administrativo em Palmas assume a batuta da coordenação em Araguaína. Fica a pergunta que não quer calar: Será que Lucas Campelo tem essa confiança toda no histórico de Max Fleury, ou a escolha foi na base do “quem não tem cão caça com gato”? Pelo andar da carruagem, essa condução cheira a desastre anunciado.
O Trio Incompatível
Fontes internas dos bastidores já batizaram o grupão de “Os Três Patetas”. E não é para menos: andam perdidos, sem saber para onde correr ou como agir.
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O Padrinho Rejeitado: Gaguim nunca foi com a cara de Lucas Campelo. O passado entre os dois é recheado de rusgas e brigas homéricas a ponto de cortarem relações.
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A Reconciliação de Fachada: Estão juntos de novo unicamente pelo instinto de sobrevivência eleitoral, tentando catar migalhas de votos enquanto fingem que a harmonia reina.
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A Coordenação do Avesso: Com um estrategista de passado nebuloso e um padrinho que só aparece quando a corda aperta, o destino desse bloco parece traçado: uma comédia pastelão onde o eleitor assiste a um bando de perdidos tentando achar o rumo do poder.
Será que essa novela mexicana eleitoral vai para frente? Ou vai desabar antes mesmo da primeira carreata? O show de horrores está apenas começando!



