
As Eleições Gerais de 2026 entram em uma fase decisiva. Com a aproximação do período das convenções partidárias, partidos, federações e pré-candidatos passam a enfrentar uma sequência de prazos que definirá quem estará oficialmente na disputa pelos cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual.
Um dos primeiros marcos do calendário acontece já no dia 30 de junho, quando se encerra o prazo para que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analise os pedidos encaminhados pelo Ministério das Relações Exteriores para instalação de seções eleitorais no exterior fora das embaixadas e consulados brasileiros. Embora seja uma etapa administrativa, ela integra o cronograma oficial das eleições e demonstra que o processo eleitoral já está em pleno andamento.
Na sequência, os prazos passam a impactar diretamente os partidos e os pré-candidatos:
20 de julho a 5 de agosto: período para realização das convenções partidárias e definição das candidaturas;
15 de agosto: prazo final para registro das candidaturas na Justiça Eleitoral;
16 de agosto: início oficial da propaganda eleitoral;
28 de agosto: início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão;
4 de outubro: primeiro turno das eleições;
25 de outubro: segundo turno, nos estados e para a Presidência da República onde houver necessidade.
Nos bastidores, a expectativa é de intensificação das negociações políticas. As próximas semanas devem ser marcadas por definições de alianças, formação de chapas, escolha de candidatos e anúncios de apoios. A partir de julho, o espaço para indefinições diminui rapidamente, e qualquer mudança passa a depender dos limites impostos pela legislação eleitoral.
Com o calendário avançando, a disputa de 2026 entra em sua reta de organização. O período das especulações começa a dar lugar às decisões oficiais, e os próximos prazos serão determinantes para o desenho definitivo do cenário eleitoral brasileiro.
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