
A sessão desta terça (28) na foi o retrato do esvaziamento político: plenário vazio, pauta travada e a base de simplesmente desaparecida.
Os vetos do governo ficaram largados. Discurso de “responsabilidade fiscal” não segura cadeira vazia articulação segura. E isso não apareceu.
Nos bastidores, o tom é de ironia pesada:
“O governo veta… e some. Na hora de defender, ninguém aparece.”
No meio da birra com o Legislativo, Wanderlei trata deputados como se já estivessem só em pré-campanha esquecendo que ainda têm mandato e obrigação de legislar.
E a pergunta que corre solta nos corredores: Quer apoio… mas tem o quê pra oferecer?
Pior: já tem gente fazendo conta regressiva.
“Será que ele não percebeu que daqui a sete, oito meses acaba? Chega 31 de dezembro e ninguém mais liga, ninguém mais oferece nada.”
Nem a recomendação do mudou o cenário. A Assembleia ignorou, o governo assistiu e o plenário respondeu com ausência.
Resumo cru: maioria no papel, fracasso na prática.
E o veredito já virou deboche nos bastidores:
“Desse jeito, não sobra nem carona. Vai sair como mais um no meio da multidão.”



