A aparição de Luiz Pastore em evento do governo no Bico do Papagaio não foi apenas mais uma agenda institucional foi praticamente um recado. E dos que não passam despercebidos.
Nos bastidores, a leitura é uma só: tem articulação em curso.
Mas como nem tudo é ensaio bonito de palanque, tem um detalhe que segue atravessado na garganta de muita gente:
Pastore não é da terra.
E no Tocantins principalmente no Bico isso não é detalhe. É problema.
Enquanto tentam empurrar a narrativa de “composição estratégica”, cresce, nos corredores, a resistência contra o velho hábito de importar nomes e querer que o eleitor engula sem questionar. Porque, convenhamos…
não é a primeira vez que tentam vender peixe de fora como se fosse daqui.
Pra apimentar ainda mais, o nome de Pastore já começa a circular como o suplente escolhido a dedo pelo senador Eduardo Gomes. Resultado?
clima azedando dentro do próprio grupo.
Fontes ouvidas pelo Tocantins Atual não economizam:
nos bastidores, já tem gente tratando essa movimentação como um teste de paciência ou de submissão.
Porque a conta é simples:
colocar alguém “de fora” goela abaixo pode até funcionar no papel…
mas na urna, costuma virar cobrança e das caras.
E aí entra um ponto que só aumenta o desconforto:
Pastore carrega um histórico, no mínimo, curioso já foi senador por outro estado, distante do seu atual domicílio político, e ainda tem ligações que, nos bastidores, são frequentemente associadas ao caso envolvendo o banco Master.
Coincidência? Difícil alguém acreditar.
Enquanto isso, o jogo segue com sorriso em público e faca afiada nos bastidores.
No fim, fica a pergunta que realmente importa:
quem vai bancar essa aposta… e segurar o estrago se der errado?