
No Tocantins, a tal “renovação” virou piada pronta. Nos bastidores, o que se comenta, sem filtro, é que três pré-candidatos resolveram disputar não apenas votos mas quem tem o passado mais indigesto.
Mauro Carlesse tenta vestir o figurino de senador enquanto carrega no currículo uma prisão recente e investigações que ainda ecoam. Nos bastidores? Corre-corre para limpar a imagem e vender uma versão “palatável”.
Sandoval Cardoso reaparece como se a Operação Ápia fosse apenas um detalhe burocrático. Fontes ouvidas afirmam que a estratégia é apostar na amnésia coletiva e torcer para o eleitor esquecer rápido.
Já Alfredo jr entra no jogo com um histórico que, no mínimo, constrange. Mas, segundo interlocutores, a ordem é simples: ignorar o passado e focar no voto.
Nos bastidores, a verdade é outra.
Um articulador foi direto:
“Isso aqui não é projeto político… é desespero para não sumir do mapa.”



